domingo, 20 de fevereiro de 2011

Transporte coletivo precário, engarrafamento e poluição

Bom, comecei a cursar minha faculdade de Sistema de Informação a 2 semanas. Nunca fui de andar com muita freqüência de ônibus e agora vejo o tamanho do desconforto das viajem de ida e volta para a Universidade. Alguns ônibus com acentos danificados, ruidos muito altos - que até dificulta a conversa com seu amigo ao lado -, o desconforto em alguns desses meios de transporte é tão grande, que muitos usuários preferem esperar mais tempo para irem em outro ônibus mais confortáveis.
Acredito que essas caracteristicas do atual transporte coletivo encontrado no Brasil, que não se limita apenas aos ônibus, seja o maior agente para a poluição de gases gerados pela queima de combustíveis fósseis. Esses pontos negativos influenciam as pessoas a terem seus próprios carros, aumentando assim o numero de veículos nas vias e paralelamente ocasionando o aumento de emissão de poluentes na atmosfera.

Devemos nos conscientizar que o fuuro do planeta depende de nossas ações hoje, nunca é tarde para mudar, entretanto, nas condições que o clima mundial se encontra muito alterado talvez deixar para amanhã ja seja tarde.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Chuvas, lixo e enchentes.

Bom como tenho visto, atualmente chuva se tornou sinônimo de alagamento nas maiores cidades do país, Rio de Janeiro e São Paulo, ora, como cidades tão modernas e industrializadas podem sofrer com um fenômeno tão primitivo? Essa é a pergunta que me faço, mas, a resposta é simples. A "cidade" é moderna, porém, a população é mal educada, despeja lixo em locais impróprio, retira a vegetação que tem a função de proteger o leito dos rios, evitando o assoreamento, para construção de moradias irregulares, entre outros.

Como sabemos, toda ação tem uma reação, e a primeira reação da sociedade é colocar a culpa nas autoridades, sem perceber que os próprios indivíduos causam o entupimento de redes de esgotos que drenariam este excesso de água.

Agora pergunto a vocês, se não fazemos nossa parte, porque cobrar tanto aos nossos governantes?

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Fantástico: Terra, que tempo é esse?

Ontem assisti ao quadro Terra, que tempo é esse?, no Fantástico, achei muito interessante, mas, infelizmente foi o único episódio que assisti.

Butão, um país simples e muito religioso, com belezas naturais e água em abundância, o mais interessante foi a frase:

"O progresso não pode ser medido pelo dinheiro, mas, pelo indicie de felicidade de cada habitante."

A educação do país é desenvolvida através do lucro com o turismo, um pais que é quase nula a emissão de gases nocivos e ainda assim sofrerá junto com o mundo os efeitos da poluição.

Budismo ensina a não amar o dinheiro. Pensamos nas próximas gerações. Ganhamos um dinheirinho, rezamos, vamos ao monastério, vivemos bem”, diz um homem.

Acho injusto, o país sofrer os efeitos do capitalismo compulsivo e não participar ativamente desses atos suicidas e gananciosos. Devemos repensar nossos atos e pensamentos, tranceder e transmitir, o bem, uma nova cultura para nos salvar e salvar o mundo.

Como diz a musica de fim de ano da globo:

O futuro, já começou!